Pessoalidades

Quebra de paradigmas

Um dia de manutenção e correndo para terminar meu tema sem atrapalhar o trabalho dos outros que estou fazendo, mas aqui está finalmente. Faz tempo que ando planejando um novo tema desde que o antigo fora para o ar. Eu gostava dele pela estrutura, mas as cores de "vômito" estavam me enjoando de verdade rsrsrs. Enfim, precisava mudar de theme. Ou melhor, eu precisava mudar. Sabe aqueles momentos que você precisa romper um pouco sua rotina ou até mesmo algumas de suas atitudes?

Hoje mesmo testemunhei dois casos de quase-término/tempo no namoro. Aquele desâmino que você fica até desanimada junto que dá até aquela agonia — é, eu tenho mania de tomar as dores dos outros 😒 . Agora entendo quando eles falavam para mim "Anda Ana, vamos sair! Distraia a cabeça! Do que adianta ficar trancada em casa?". Agora quem teve de falar isso fui eu.

Percebi que depois do fim de um relacionamento não dá para viver nossa vidinha da mesma maneira que vivíamos quando não estávamos solteiros. Tudo lembra; é fato. Até na hora de abrir a geladeira e sentar na cama lembra. Dá aquela reviradinha no estômago de saudades e ai caimos naquela depressão. Resultado: um pote de Nutella vazio e cara inchada por insistir em vez os finais felizes das comédias românticas de sessão da tarde. Oi? Pode parar amore, saia dessa vida de fossa e é pra já.

Agora é o momento que precisamos daquelas quebras de paradigmas que tanto precisamos. Fazer coisas fúteis, rir por coisas idiotas, ir para uma festa só para poder dançar e voltar para casa toda dolorida por ter dançado do forró ao funk, do pagode ao eletro. É o melhor remédio; dá aquele efeito de pelo menos uma semana de "to ótima, yeah" 😎 ; quinze dias depois ficamos no estágio "to bem" ;D ; um mês depois lá se vai mais um pote de Nutella. 😤

O que estou querendo dizer é que sair para se distrair de tempos em tempos ou fazer algo diferente de sua rotina é o melhor remédio. Digo isso por experiência própria. A dor é transferida para a parte dos fundos do nosso interior e damos uma festinha na sala de estar e rimos um pouco com os amigos que amamos.

Entretanto, ainda é muito cedo para deixar a porta aberta para alguém estranho entrar, mas isso ao passar dos meses tiramos a plaquinha de "privado: não pertube" da maçaneta.


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