MadlyLuv.com
03 de October de 2014

Tag: Uma só palavra (vlog)

Por Aninha, falando sobre (F)utilidades.

Já fazia um mega tempinho que eu estava pensando em fazer vídeos por conta daquela minha primeira experiência que, mesmo muito mal produzido, o vídeo foi bem recebido pelos leitores! Aêeeee! ::blush:: Mas eu não podia negar que eu estava com muita vergonha de gravar… MUITA vergonha mesmo! E sempre quando alguns amigos leitores me incentivavam, eu dava desculpinhas. E, a vocês que me pressionaram, meu muito obrigada (de verdade), porque tive que enfrentar minha vergonha e meu medão de lado mais uma vez para gravar, finalmente depois de exatamente um ano!

Desta vez resolvi fazer uma tag, aquela famosona que tem cerca de 40 perguntas e precisamos tentar responder em apenas uma palavra. Acabei falhando em algumas, mas ok, nem tudo é perfeito. Realmente tinha respostas que eu desembestava a falar e quando percebia estava respondendo com frases completas, hahaha. Achei melhor fazer algo mais pessoal porque no quesito de moda e maquiagem eu ainda estou engatinhando.

Neste vídeo me empenhei um pouquinho mais na edição/audiovisual. Pesquisei uma musiquinha melhor de fundo que seja royalty free para não correr o risco do vídeo ser deletado por direitos autorais e também comecei a pegar as mãnhas e sacar dos paranauês do Adobe Premiere. Depois de praticar um tiquinho, consegui editar em uma qualidade mil vezes melhor que o vídeo anterior ::cool:: — chega de Windows Movie Maker e vamos tentar fazer algo descente, né! Meu próximo desafio será fazer algumas animaçõezinhas no Adobe After Effects que a dona Suelen Lima, do blog Rosto de Neve, me inspirou depois que vi os vídeos dela, haha. Mas vamos com calma, né? Só sei que gostei de fazer o vídeo e me senti orgulhosa por conseguir abondonar a vergonhinha, haha.

Acha que vale a pena fazer outros vídeos assim para o blog? Se sim, me mande sugestões! Se gostou do vídeo, começa a seguir o canal do MadlyLuvTV. Adoraria ter você por lá. ::love::

30 de September de 2014

Ruivices: Tonalizando com Keraton Cobre

Por Aninha, falando sobre Moda & Beleza.

Quando pintei de ruivo a cerca de duas semanas atrás fiquei apaixonada pelo resultado. E ficava também apaixonada na medida que a tinta se desbotava pois estava puxando bastante para o laranjinha bem fechadinho. Mas nas duas últimas lavagens percebi que o cobre da tinta que utilizo (uma Igora 7.77, com água oxigenada de 30 volumes) se perdeu bastante. Foi ai que percebi precisava dar aquela tonalizada para voltar àquela cor viva que tanto me apaixonei nos primeiros dias depois que colori.

Minha primeira opção era o famosão Conhaque da C.Kamura, mas pensei melhor e achei que poderia puxar para um crazy orange que eu não queria de maneira alguma. Foi então que parti para o Cobre depois de pesquisar bastante e descobri que seria a melhor solução para mim, mas como na perfumaria não tinha C.Kamura eu resolvi comprar da Keraton e testar. E óh… adorei o resultado! ::love::

Como tonalizei

Eu fiquei com medão de utilizar o tonalizante puro na primeira vez, então resolvi misturar com uma máscara de hidratação enriquecida com óleo de Ojon. É, simplesmente, a melhor máscara que já usei em toda a minha vida. Minha família trabalha com cosméticos para salão e sempre acaba aparecendo alguns achados de marcas regionais aqui em Goiânia. Digo isso pois eu sempre acabo sendo cobaia para testar produtos, haha, e a Pecck é a melhor que já encontrei no quesito de tratamento capilar (apesar de ser careira). Bem melhor que um Tresemmé uh-la-lá da vida. Tem uma essência de banana que fica extremamente cheiroso no cabelo e hidrata horrores.

Lembrando que este post não é publi! Recomendo os produtos porque realmente valem a pena ::love::





1) Misturei aproximadamente duas colheres de sopa para uma de tonalizante e misturei bem. Como não é muito legal utilizar colher de metal e eu não tinha colher de plástico, achei uma tampinha em formato de coração para me ajudar na medida. Foi meio que olhômetro, mas como fiz uma medida de 2:1 não tem como errar muito.
2) Lavei o cabelo com um shampoo sem sal da Stylus (também é uma marca regional, e bem baratinha!) e retirei bastante o excesso de água, deixando-o apenas úmido.
3) Apliquei mecha por mecha para não correr o risco de manchar e deixei agindo no cabelo por 35min com touca de plástico. E… voilà!

Antes x Depois

A primeira foto acima está um pouquinho estourada no fundo, mas dá para perceber a diferença de intensidade do tom acobreado. Eu estava simplesmente loira nas últimas lavagens por causa das mechas loiras que eu tinha antes de pintar, enquanto as mechas castanhas claras ainda tinham ainda um catiquinho de acobreado. Dai tonalizando-o todinho foi Ó-TE-MO para igualar ♥ Gostei muito do tom pois deixou mais fechadinho. Utilizei apenas 1/3 do potinho (custou R$21), então acaba ficando bem em conta! Vai durar bastante.

Confesso que ainda olho para o meu cabelo e vejo um castanho claro acobreado ali em vez de ruivo, e já estou louca para pintar novamente para fixar mais a tinta e clarear só mais um catiquinho e quem sabe não me sinto uma ruiva plena, haha. ::blush::

27 de September de 2014

Resenha: Maze Runner, Correr ou Morrer

Por Aninha, falando sobre Livros.
Livro: Correr ou Morrer (Vol.1)
Série: Maze Runner
Autor: James Dashner
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 426
Rating: ★★★★☆
ISBN: 9788576832478
Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho. Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito.

Quando eu vi o trailer da adaptação deste primeiro volume de Maze Runner fiquei extasiada! Ainda mais com o meu Dylan O'Brien atuando como o protagonista, não pude ficar mais feliz e mega ansiosa. Dylan demonstrou uma ótima atuação da penúltima temporada da série Teen Wolf como um louco psicopata, e, se já eu era apaixonada pelo trabalho dele de antes, depois desta fantástica atuação dele fiquei mais ainda. E vendo o trailer de Maze Runner eu coloquei fé que poderia ser bom.

Eu não sabia da existência do livro antes do filme começar a ser divulgado, então, logo o sugeri para leitura no Clube do Livro que participo para a gente saber como era e logo em seguida ver o filme. E, meu pai amado, como VICIEI nesta trilogia! ♥ Segue a resenha crítica sem spoilers comprometedores.

Resumo

Maior parte da estória gira em torno no coração de um labirinto, chamado de Clareira, no qual algumas dezenas de garotos foram mandados para lá para simplesmente sobreviverem. Todo mês um garoto era mandado para lá através de um elevador no subsolo, chamado de Caixa. Nenhum dos garotos possui memória antes de ir para lá. Só lembram de seus nomes. Ninguém sabe porque foram mandados para lá. Só sabiam que precisavam sobreviver.

Cada um tinha o seu papel na Clareira. A ordem era mantida. Tinha quem cuidasse da cozinha, dos animais, das plantações, de tudo. Todos tinham as suas tarefas, seus cargos, mas nunca deixaram de tentar encontrar alguma saída do labirinto. Um dos cargos mais importantes entre os Clareanos era o de Corredor. Todos os dias, assim que as portas do labirinto se abriam, os garotos com melhores condições físicas corriam por dentro dos corredores do labirinto para mapea-lo e tentar achar uma saída, para no final do dia voltarem e os portões de pedra do labirinto se fecharem e comprar com os mapas para encontrar alguma saída. A maior regra entre os Clareanos era: não ficar no labirinto depois das portas fechadas. E a vida na Clareira foi assim por 2 anos — até a chegada de Thomas.

Thomas é diferente. É curioso e não suporta a ideia de viver no labirinto para sempre. Alguma coisa dizia para ele que ele precisava ser um Corredor para explorar o labirinto e os monstros que rondam aquele lugar durante à noite — e, por fim, achar uma saída.

De onde vem aqueles monstros? Por que eles só aparecem durante à noite? Por que os garotos foram mandados para sofrer naquele labirinto? Quem estava se divertindo às custas deles lá fora? E alias… havia um mundo lá fora para se viver?

E no meio de tantas dúvidas, uma garota aparece na Caixa no dia seguinte à Thomas, em coma, e com um bilhete amassado com uma mensagem bastante peculiar: "Ela é a última". O caos surgiu e os clareanos sabiam que as coisas não poderiam acabar bem. E o mais estranho de tudo: Thomas sentia que a conhecia a garota de algum lugar já, e ele sabia o seu nome. Era Teresa.

Livro físico e o livro digital.

Livro físico e digital

Eu li a trilogia completa por e-book e acabei comprando o box lá no Submarino porque senti a necessidade de ter os livros físicos em mãos. Não sei dizer se foi versão econômica que chegou para mim, já que não foi falado nada na descrição quando eu comprei, mas eu gostei muito da qualidade dos livros. Pelo preço que paguei, mesmo de promoção, eu esperava uma qualidade melhor. A ausência de orelha dá maior possibilidade de fazer que a capa do livro amasse por qualquer motivo — consequentemente, não há sinopse, muito menos descrição do autor, que fiquei muito chateada. Mas esta não é a pior parte. Vi algumas falhas na diagramação que cortaram o meu coração de designer! Fora a tipografia que não foi muito bem escolhida com um corpo de fonte muito reduzido, cansando a leitura. Os únicos acertos deles foram a qualidade do papel do miolo e as ilustrações das capas (que são maravilhosas) com aquele verniz localizado que a gente adora. Eu só não pude verificar a ortografia e a linguagem do livro comparadas ao e-book pois não li ele na versão física, mas prometo que em breve darei uma opinião mais consistente, pois já comecei a ler o livro extra, Ordem de Extermínio.

A qualidade do e-book também não é uma das melhores, mas não posso reclamar muito pois a trilogia toda eu baixei de graça lá no Lê Livros. Foi a melhor versão digital que pude encontrar, pois as outras que encontrei foram traduzidas via fanmade com um erros de português grostescos ou direto do google tradutor. Deste site que falei a versão é "boa", mas eu acredito que: 1) ou é versão do Português de Portugal, pois a linguagem achei um pouco estranha por ser um livro de literatura fantástica Young Adult; 2) é uma versão fanmade melhorzinha; 3) ou é a versão do livro impresso que foi escaneado e convertido em e-book com aquela ferramenta OCR (que lê a imagem e o transforma em texto selecionável), pois vi muitas palavras picadas, mal escritas ou separadas que deveriam estar juntas (ex: Thonias = Thomas, onde o "m" não foi bem lido e ficou como "ni").

No começo senti dificuldade, mas depois que comecei a realmente gostar da estória e entender a sua complexidade, eu fechava os olhos e fingia que não via os erros da diagramação, hehe.

Os livros que vieram no box! (E, sim, tirei foto sem maquiagem porque I don't care about it.)

Crítica

Maze Runner, apesar dos problemas que citei acima (por isso tirei uma estrela da classificação), é uma das melhores distopias que tive a oportunidade ler pois foi muito bem arquitetada até nos mínimos detalhes. Posso afirmar isso com toda a certeza do mundo pois eu já li a trilogia e já estou lendo os livros extras, Ordem de Extermínio e Arquivos (em breve outras resenhas virão!), e fiquei abismada como Dashner conseguiu costurar muito bem os acontecimentos, sem ficar buracos mal explicados ou deixados de fora, como aconteceu na trilogia de Divergente. Aliás, Maze Runner fora publicado dois anos antes de Divergente e só agora está ganhando o destaque que merece.

Uma das coisas que fiquei impressionada é o fato do autor não poupar os pequenos detalhes nos momentos de terror — que acontece muito! — e os expõe da maneira mais sincera possível e nos mínimos detalhes! Você sente o terror em suas veias como no personagem, e tem aquela enorme sensação de que um segundo pode ser uma eternidade. O livro possui mais de quatrocentas páginas e o tempo cronológico da narrativa é apenas de duas a três semanas, então cada detalhe foi muito bem explorado.

Não sei porque, mas este primeiro livro me lembrou muito a primeira temporada de LOST. Acho que foi por causa do mistério com aquela pitada de terror e suspense. Creio que posso dizer que esta obra de Dashner carrega a mesma densidade emocional de Divergente: agonia, mistério, raiva, ódio, terror, medo, amizade… E isso é um puta elogio para um autor que (até a divulgação do filme) não era muito conhecido, pelo menos aqui no Brasil, bem como a editora Vergara & Riba que eu nunca tinha ouvido falar.

O filme

O filme tem a mesma medida de emoção que o livro e fiquei bastante feliz com isso! Acho que acabei pulando da cadeira de susto umas 5 vezes, no mínimo, haha. Mas muita coisa eles mudaram no filme, do início ao fim. Se era para eu ficar chateada? Talvez. Mas não fiquei. Como já falei umas centenas de vezes aqui, eu entro na sala de cinema como se jamais tivesse lido nenhum livro, pois, se acabar comparando com a obra original, acabamos adquirindo aquele preconceito e não damos o crédito que um filme merece. Mas acredito que a essência do livro permaneceu. Para mim, mantendo a essência já basta! Fiquei feliz com o filme e sai bastante satisfeita. E, como eu já esperava, a atuação de Dylan O'Brien e da linda Kaya Scodelario (Effy!♥) foram maravilhosas. ^^

Este post ficou enorme, hahaha! Mas quis expor muito bem os prós e contras. Acredito que, apesar de todos os contras que comentei, os prós prevalecem por causa desta ótima estória! Vale a pena ser lida, com absoluta certeza!