MadlyLuv.com
23 de October de 2014

Resenha: Maze Runner, Prova de Fogo

Por Aninha, falando sobre Livros.

Estou feliz por voltar com o blog depois de algum tempo sumida, haha. Eu estava de cabeça em um projeto (e ainda estou) e só consegui escrever por aqui porque esta semana há um feriadão prolongado aqui na cidade. E você pode esperar que haverá muitas resenhas por aqui porque desde a última eu li mais uns 6 livros, haha. Terminei de ler toda a trilogia e os livros extras de Maze Runner e já estou terminando de ler também a trilogia de A Seleção, de Kiera Cass. Mas prometo que não farei do Madly Luv um blog literário, viu? Hahaha. Haverá outros posts de outros assuntos para você (e um vídeo, quem sabe?) ::blush:: Mas, eu preciso lhe contar como foi a minha impressão sobre o segundo livro de Maze Runner, Prova de Fogo.

Livro: Prova de Fogo
Série: Maze Runner
Autor: James Dashner
Editora: Vergara & Riba
Páginas: 397
Rating: ★★★★☆
ISBN: 9788576832997
Sinopse: O Labirinto foi só o começo… o pior está por vir. Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado.

Esta resenha será breve, porque cada livro é continuação pontual do último, sem interrupção. E quando eu achava que o primeiro livro não poderia ser mais agoniante, me vejo deparada diante deste segundo volume, me corroendo e morrendo aos pouquinhos a cada página que eu lia. Ah, Dashner… por que você tem que fazer isso comigo? Por que precisa tirar minha noite de sono e me deixar desolada no dia seguinte?

Resumo

Neste livro Thomas e o seus amigos que sobreviveram passarão por um novo teste. A essa altura já sabem que o labirinto era tudo apenas um experimento, uma espécie de Big Brother no qual eles passaram para a empresa CRUEL (sim, este é o nome mesmo) coletar variáveis para encontrar uma cura para um vírus mortal que desolou a Terra, chamada de Fulgor. Uma doença na qual a vítima infectada vai entrando em loucura aos poucos. E os garotos do labirinto supostamente são imunes ao vírus, e por isso são testados nas mais diferentes situações drásticas de sobrevivência para terem seus cérebros e instintos estudados.

Em Prova de Fogo eles simplesmente são jogados no meio do deserto escaldante e precisam atravessar uma cidade em ruínas cheio de pessoas doentes. Além disso, a jornada deles em atravessar a cidade possui diversos obstáculos, traições e provas para sobreviverem. E, se não fizessem isso em um determinado tempo estimado, eles estariam condenados a morte — simples assim. E a causa você só saberá se ler o livro, haha.

Sobre os infectados (Zumbis? Oi?)

Confesso que me lembrou muito The Walking Dead quando li sobre os infectados no primeiro livro. Quando Thomas se esbarra em uma mulher infectada, balbuciando coisas sem nexo e com a cara cheia de feridas e o corpo sujo de sangue, logo me veio na mente zumbis! Mas depois de ler o segundo livro percebi que não é bem assim. Os infectados continuam a ser humanos, porém bastante atormentados e primitivos. Thomas e seus amigos convivem quase diariamente com pessoas doentes — e fugindo delas a todo instante.

A doença afeta o indivíduo gradualmente, fazendo dele agressivo primeiramente para depois perder a total sanidade e virar uma pessoa assassina ou suicida psicótica. É muito triste ver os infectados e a falta de "tato" que Dashner descreve sobre os personagens doentes, mas ele tenta ser verossímil. Dashner tenta ser o mais franco possível sobre a realidade de quem é infectado se esta doença existisse em nosso mundo. E, como eu já disse, ele não poupa dos detalhes.

Crítica

James Dashner conseguiu me entreter muito bem, a ponto de eu sonhar com a estória quando eu dormia logo após de ler uns 10 capítulos sem parar. Isso é MUITO errado, hahahaha! Eu não posso me deixar ser levada por estórias deste tipo. Quase toda distopia parece que precisa fazer o personagem (e o leitor) sofrer do começo ao fim.

Neste volume ainda fica no ar qual é a relação no passado entre Thomas e Teresa, que acho que poderia ter sido explicada um catiquinho melhor neste volume, mas não acontece. Teresa só confunde Thomas mais ainda do que ele já é, coitado. Eita menina chata. Isso só prova que a narrativa de Dashner não é muito aprofundada, mas não nego que ela é densa. O sentido de sobrevivência sempre foi o primeiro ponto. Correria para todo o lado; morte para todo o lado; gente louca em cada esquina. Você se vê no personagem e, diante de toda a situação, sua única vontade é seguir em frente e continuar a viver — para só depois perguntar o que realmente está acontecendo ali. Até um certo ponto é compreensível, mas como o narrador é em terceira pessoa, imagino que poderia ter tido uma pequena oportunidade de explicar melhor alguns fatos.

Mas no geral, não deixa de ser uma ótima estória! Se não fosse eu não teria viciado, haha. Fiquei feliz em saber que o filme foi bem recebido e já partiu para a adaptação de Prova de Fogo, com data de inicio de gravação para ano que vem já. Espero que seja bom tanto quanto o primeiro. Apesar do filme ter mudado bastante coisa, eu gostei. ::love::

Você já leu algum livro parecido? Ou melhor, você já leu algum livro de Maze Runner ou já viu o filme? Conte-me!

03 de October de 2014

Tag: Uma só palavra (vlog)

Por Aninha, falando sobre (F)utilidades.

Já fazia um mega tempinho que eu estava pensando em fazer vídeos por conta daquela minha primeira experiência que, mesmo muito mal produzido, o vídeo foi bem recebido pelos leitores! Aêeeee! ::blush:: Mas eu não podia negar que eu estava com muita vergonha de gravar… MUITA vergonha mesmo! E sempre quando alguns amigos leitores me incentivavam, eu dava desculpinhas. E, a vocês que me pressionaram, meu muito obrigada (de verdade), porque tive que enfrentar minha vergonha e meu medão de lado mais uma vez para gravar, finalmente depois de exatamente um ano!

Desta vez resolvi fazer uma tag, aquela famosona que tem cerca de 40 perguntas e precisamos tentar responder em apenas uma palavra. Acabei falhando em algumas, mas ok, nem tudo é perfeito. Realmente tinha respostas que eu desembestava a falar e quando percebia estava respondendo com frases completas, hahaha. Achei melhor fazer algo mais pessoal porque no quesito de moda e maquiagem eu ainda estou engatinhando.

Neste vídeo me empenhei um pouquinho mais na edição/audiovisual. Pesquisei uma musiquinha melhor de fundo que seja royalty free para não correr o risco do vídeo ser deletado por direitos autorais e também comecei a pegar as mãnhas e sacar dos paranauês do Adobe Premiere. Depois de praticar um tiquinho, consegui editar em uma qualidade mil vezes melhor que o vídeo anterior ::cool:: — chega de Windows Movie Maker e vamos tentar fazer algo descente, né! Meu próximo desafio será fazer algumas animaçõezinhas no Adobe After Effects que a dona Suelen Lima, do blog Rosto de Neve, me inspirou depois que vi os vídeos dela, haha. Mas vamos com calma, né? Só sei que gostei de fazer o vídeo e me senti orgulhosa por conseguir abondonar a vergonhinha, haha.

Acha que vale a pena fazer outros vídeos assim para o blog? Se sim, me mande sugestões! Se gostou do vídeo, começa a seguir o canal do MadlyLuvTV. Adoraria ter você por lá. ::love::

30 de September de 2014

Ruivices: Tonalizando com Keraton Cobre

Por Aninha, falando sobre Moda & Beleza.

Quando pintei de ruivo a cerca de duas semanas atrás fiquei apaixonada pelo resultado. E ficava também apaixonada na medida que a tinta se desbotava pois estava puxando bastante para o laranjinha bem fechadinho. Mas nas duas últimas lavagens percebi que o cobre da tinta que utilizo (uma Igora 7.77, com água oxigenada de 30 volumes) se perdeu bastante. Foi ai que percebi precisava dar aquela tonalizada para voltar àquela cor viva que tanto me apaixonei nos primeiros dias depois que colori.

Minha primeira opção era o famosão Conhaque da C.Kamura, mas pensei melhor e achei que poderia puxar para um crazy orange que eu não queria de maneira alguma. Foi então que parti para o Cobre depois de pesquisar bastante e descobri que seria a melhor solução para mim, mas como na perfumaria não tinha C.Kamura eu resolvi comprar da Keraton e testar. E óh… adorei o resultado! ::love::

Como tonalizei

Eu fiquei com medão de utilizar o tonalizante puro na primeira vez, então resolvi misturar com uma máscara de hidratação enriquecida com óleo de Ojon. É, simplesmente, a melhor máscara que já usei em toda a minha vida. Minha família trabalha com cosméticos para salão e sempre acaba aparecendo alguns achados de marcas regionais aqui em Goiânia. Digo isso pois eu sempre acabo sendo cobaia para testar produtos, haha, e a Pecck é a melhor que já encontrei no quesito de tratamento capilar (apesar de ser careira). Bem melhor que um Tresemmé uh-la-lá da vida. Tem uma essência de banana que fica extremamente cheiroso no cabelo e hidrata horrores.

Lembrando que este post não é publi! Recomendo os produtos porque realmente valem a pena ::love::





1) Misturei aproximadamente duas colheres de sopa para uma de tonalizante e misturei bem. Como não é muito legal utilizar colher de metal e eu não tinha colher de plástico, achei uma tampinha em formato de coração para me ajudar na medida. Foi meio que olhômetro, mas como fiz uma medida de 2:1 não tem como errar muito.
2) Lavei o cabelo com um shampoo sem sal da Stylus (também é uma marca regional, e bem baratinha!) e retirei bastante o excesso de água, deixando-o apenas úmido.
3) Apliquei mecha por mecha para não correr o risco de manchar e deixei agindo no cabelo por 35min com touca de plástico. E… voilà!

Antes x Depois

A primeira foto acima está um pouquinho estourada no fundo, mas dá para perceber a diferença de intensidade do tom acobreado. Eu estava simplesmente loira nas últimas lavagens por causa das mechas loiras que eu tinha antes de pintar, enquanto as mechas castanhas claras ainda tinham ainda um catiquinho de acobreado. Dai tonalizando-o todinho foi Ó-TE-MO para igualar ♥ Gostei muito do tom pois deixou mais fechadinho. Utilizei apenas 1/3 do potinho (custou R$21), então acaba ficando bem em conta! Vai durar bastante.

Confesso que ainda olho para o meu cabelo e vejo um castanho claro acobreado ali em vez de ruivo, e já estou louca para pintar novamente para fixar mais a tinta e clarear só mais um catiquinho e quem sabe não me sinto uma ruiva plena, haha. ::blush::